
quinta-feira, 2 de junho de 2011
Das estrelas e da chuva

sábado, 11 de dezembro de 2010
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
você descora as cores dos corais na costa

sexta-feira, 18 de junho de 2010
like a dream.

Me gusta viajar, me gustas tú.
Me gusta la mañana, me gustas tú.
Me gusta el viento, me gustas tú.
Me gusta soñar, me gustas tú.
Me gusta la mar, me gustas tú.
quinta-feira, 3 de junho de 2010
aurora.
terça-feira, 2 de março de 2010
RenuPlus
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
Entre o Céu e a Terra tem coisas que até Deus duvida.

terça-feira, 12 de janeiro de 2010
Solução Eclipse
domingo, 4 de outubro de 2009
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
Números.
-Olha ali o tanto saindo do teatro, putaquepariu.
Mirava com olhos de fogo, um revólver invisível na mão.
-Olha ali: 1, 2, 3, 4 - aquele eu não sei - 5, 6, 7, 8, 9...
Olhei pra ele, encarei:
-10! Prazer.
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
segunda-feira, 29 de junho de 2009
Humanos (vs.24; 1Test.24)

Não, não sei. Talvez eu seja o próprio pecado, não é? Talvez eu goste de ser tratado assim, como um estorvo social, alguém de patente extremamente inferior, que não mereça respeito. Um terrível ser de vestes características, gesticulação característica, fala característica. Aquele chiado derrapado no ''ch'' das palavras, como chiclete, é extremamente engraçado não?
segunda-feira, 15 de junho de 2009
Dança Contemporânea
terça-feira, 9 de junho de 2009
Paralelepípedos
Não sei porque, mas sinto um bem estar em saber que escrevo daqui. Não porque nasci, me criei, cresci, vivi, aprendi aqui nesse estado, mas por outra coisa.
Parnamirim tem um ar nostálgico, pelo passado que persiste em existir na minha mente e em meu corpo inteiro, como uma parte de mim. E é.
As ruas daqui são de paralelepípedos: eles são um dos principais pontos de recordação. Blocos de pedra cruzados e enfileirados pela cidade inteira. Imagino o trabalho de construi-la.
De onde escrevo, posso ver a casa de minha avó, ali ó. E do lado direito a casa de minha bisavó, do lado esquerdo a casa de minha tia, e mais do lado a casa dos conhecidos - sempre conhecidos.
Essa cidade conta silenciosamente minhas lembranças , como uma mãe. Minha mãe que em todo mês de Julho toca a música sinfonada pelo maestro, benzendo a padroeira mãe da Virgem Santa.
Neste momento, começa a escureçer: são 17:48. Fortaleza deve estar mais clara, ainda.
A pouca luz inebria o dia de terça-feira. Dia de feira de verdade, aqui. Carros de boi, ônibus, e motos, muitas motos: essas que se repetem em todo interior.
O cheiro daqui é específico, por isso não há explicação, mas posso dizer que tem uma pitada de pé-de-castanhola: dificultei.
Escureceu.
Acordo amanhã, às 6:00h, e volto para Fortaleza.
Ficam aqui meus beijos e abraços.
Vão comigo as saudades.
sábado, 30 de maio de 2009
Corpo Delito
segunda-feira, 25 de maio de 2009
Coriza

Eu me percebo enfermo, mas tento me desfazer dessa palavra forte demais: Enfermo -ela me faz parecer ser um doente em ultimo estado. Não, tenho um simples congestionamento nas vias respiratórias e uma leve tosse sem muco algum. E assim, talvez, consiga atrair boas energias - já me apego ao Segredo.
E as namorada?
1-Eu sei.
2-Sabe?
1-Sei.
2-O que?
2-Eu também sei.
1-Sabe?
2-Sei.
1-O que?
1-Vai tu!
2-Eu não, vai tu!
1-Tu primeiro.
2-Não!
1-Porque?!
2-Vai tu!
1-Porque?
2-Sei lá!
1-Então!
2-Não sei.
1-E ai?!
2-E tu?!
1-Depois!
2-Depois quando?
1-Depois de tu!
2-Tá bom, pois vêm.
1-Como se tivesse engolido uma cobra inteira.
quarta-feira, 20 de maio de 2009
Esporte aquático
Nada me mostra o porquê de eu estar escrevendo agora. Não sei qual motivo me faz tentar empurrar com tamanha força algo num papel. Tenho mão e letras, mas não tenho idéias. Apenas uma vontade tamanha de escrever algo que não sei o que é.
Nada de interessante invade minha cabeça agora. Sou um escritor patético e insolúvel de temas e assuntos. Sou o uso indiscreto da força abstinente imposta.
Nada do vácuo do abismo vazio.
[...]
Nada.
Jesuíta Barbosa - 09/07/2008



